Na pandemia

Turismo em AL se superou na pandemia, diz Rafael Brito

Secretário alagoano como representante da atuação do Executivo estadual no enfrentamento à pandemia e seu impacto no setor

Rafael Brito detalha ações, celebra bons números na breve retomada de verão, no ano passado, do Destino Alagoas, e prevê novo crescimento para o segundo semestre deste ano
Rafael Brito detalha ações, celebra bons números na breve retomada de verão, no ano passado, do Destino Alagoas, e prevê novo crescimento para o segundo semestre deste ano
A pandemia trouxe o maior desafio que o turismo, em todo o mundo, vivencia nos últimos anos. Em um estado pequeno, mas grande em belezas naturais, como Alagoas, as dificuldades também estão sendo enormes para enfrentar esse momento. Para falar sobre esse trabalho de superação, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito.

O secretário Rafael Brito detalhou o trabalho para contenção da crise e fortalecimento do turismo no cenário de pandemia e lembrou que o Governo de Alagoas criou o maior pacote emergencial para o turismo do Brasil, sem cobrança de juros e com fácil acesso ao crédito.

“Em nossas linhas de empréstimo, as empresas do Simples não pagam juros nas parcelas. O Estado banca os juros. Para os MEIs, além de bancarmos os juros, pagamos a metade da parcela se o pagamento for feito no dia certo. Ainda concedemos carência de seis meses para começar a pagar e 48 meses para dividir. Somos um Estado pequeno e conseguimos absorver os juros para as pequenas empresas, algo que o Estado mais rico do país não conseguiu. Também tivemos várias medidas de isenção de tributos e impostos. Para este momento, de março a junho, haverá perdão do ICMS para quem é Simples, o mesmo na conta de energia e no IPVA para veículos das empresas”, detalhou o secretário.

Rafael Brito relembrou também que, apesar do momento, o turismo em Alagoas alcançou conquistas históricas, como o voo regular inédito entre Lisboa e Maceió, por exemplo, e teve números expressivos na retomada no último verão. “O final de 2020 deixou claro que há uma demanda reprimida para viagens. Tivemos dezembro, janeiro e fevereiro melhores que os anteriores, pré-pandemia. A estimativa de ocupação da hotelaria para março era de 92%, um recorde. Mas de repente tudo parou de novo. Acho que começaremos a reaquecer no final de maio, com o segundo semestre voltando forte, já de olho no verão”, pontuou.

Com otimismo, o secretário Rafael Brito também apontou que o Destino Alagoas conta com tudo que o turista procura no cenário pós-pandemia: atrativos naturais, ao ar livre, hotéis e resorts que oferecem exclusividade e, por consequência, atrações mais luxuosas, a prática de esportes mais individuais ou em pequenos grupos, como kitesurf, surf, rapel e trilhas, por exemplo, além de gastronomia, cultura e turismo sustentável.

Revista Panrotas
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