Começo de Conversa

O turismo é a riqueza do século para o Brasil

"Brasileiros que deixarão de fazer viagens internacionais no próximo verão poderão contribuir com a geração de milhares de empregos, ao redescobrirem as belezas naturais e culturais do Brasil"

Luiz Henrique Miranda, Diretor de Relações Públicas do Skal São Paulo
Luiz Henrique Miranda, Diretor de Relações Públicas do Skal São Paulo
Luiz Henrique Miranda
Diretor de Relações Públicas do Skal São Paulo
Otavio Leite, ex-secretário estadual de Turismo do Rio de Janeiro, desde 27 de junho 2020, publicou interessante artigo no jornal O Globo, último dia 21 de novembro, sob o título “Hora de investir no Turismo interno - Com a pandemia, brasileiros que deixarão de viajar ao exterior podem aquecer mercado nacional”.

Divulgado pelo skalega Arnaldo Moreira, do Rio de Janeiro, e compartilhado com todos os associados do Skal São Paulo, pelo presidente Walter Teixeira, além de destacar o potencial econômico do Turismo no país, o artigo chama atenção para "um mercado consumidor latente, posto e real". Ou seja: brasileiros que deixarão de fazer viagens internacionais no próximo verão, ou mesmo no próximo ano, e, caso a pandemia não se agrave, poderão contribuir com a geração de milhares de empregos ao redescobrirem as belezas naturais e culturais do Brasil.

A mesma tese foi lançada pelo skalega Eduardo Sanovicz, presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), durante participação no Webinar, com expoentes que comandaram a Embratur, realizado pelo Movimento Supera Turismo Brasil, em 27 de julho deste ano, com aval de Jeanine Pires, Caio Luiz de Carvalho e Vinícius Lummertz. Evento que demonstra a força da união do Turismo como vetor estratégico para o desenvolvimento regenerativo e global; capaz de superar até mesmo radicalismos político-partidários e ideológicos.

As restrições impostas pela covid-19 também fizeram resgatar a necessidade natural de todo ser humano de interagir de maneira presencial. Esperemos que a dor gerada pela perda de vidas motive, cada vez mais, o consumo consciente. E oportunize, àqueles que podem viajar, dar valor à valiosa riqueza turística que o Brasil possui e é mundialmente reconhecida. Assim, ao superar o complexo de cachorro vira-lata, conseguiremos, de fato e por inegável direito, exercer no presente Século XXI o decantado papel de "país do futuro".

Afinal, com o emprego da robótica, em tempos de inteligência artificial e internet das coisas, na produção industrial, após avanços já conquistados no agronegócio brasileiro, cabe ao setor de serviços ocupar a mão de obra ociosa e incentivar o incremento das viagens de lazer, intercâmbio, eventos, incentivos e, até por razões de marketing e responsabilidade socioambiental, com o apoio decisivo das corporações de todos os portes e ramos de negócios.
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